sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Inscrições abertas para o Mestrado do Patrimônio Cultural
Fonte original: Iphan
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Com o objetivo de formar, durante 24 meses,
profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem
no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional
em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional publicou Edital para a seleção de 10 vagas para alunos-bolsistas. Os interessados poderão se inscrever até o dia 01 de março de 2019.
O Mestrado Profissional associa as práticas de
preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território
nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das
atividades será dia 01 de agosto de 2019, conforme determinações do
Edital.
Mais informações:
e-mail: mestrado.pep@iphan.gov.br
e-mail: mestrado.pep@iphan.gov.br
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Documentário Museu Nacional - Expedições (Youtube)
![]() |
| Foto retirada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Nacional_(Brasil) |
A série Expedições abre a câmera para registrar a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de História Natural e Antropologia da América Latina, o Museu Nacional. Fundado por D. João VI, em 1818, no Campo de Santana, centro da cidade do Rio de Janeiro, o Museu Nacional ocupa, atualmente, a Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristóvão. O local atrai, anualmente, cerca de um milhão e meio de visitantes. A instituição foi incorporada à Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1946, e hoje desenvolve pesquisas em Antropologia, Botânica, Entomologia, Geologia e Paleontologia, Vertebrados e Invertebrados.
O prédio é o antigo Palácio da Família Imperial Brasileira, que muito contribuiu para a formação de um acervo rico e diversificado. Verdadeiro mosaico do conhecimento humano. Paula Saldanha e Roberto Werneck registram fragmentos desse acervo colossal. Apenas três mil, de uma coleção científica de mais de vinte milhões de itens, estão expostos nos salões da Quinta. Paula Saldanha e Roberto Werneck entrevistam o paleontólogo Alexandre Kellner.
A história do Museu é contada com o auxilio requintado de importantes cientistas, como o paleontólogo Alexandre Kellner, que liderou uma recente expedição à Antártica; Marcelo Carvalho, vice-diretor do museu; Thereza Baumann, assessora de direção; e o geólogo Renato Cabral Ramos. O programa Expedições convida o telespectador a conhecer as coleções do museu e viajar através da história do Brasil, do mundo e até mesmo do Universo. De dinossauros a meteorítos, passando por Imperadores e cientistas. Um verdadeiro património científico e cultural da população.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Horário: 19h30
Reapresentação: sábado, 16h
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Prêmio Fandango Caiçara está com as inscrições abertas
Postagem original: Iphan
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Um dos bens imateriais que compõe o Patrimônio
Cultural do Brasil ganha agora um incentivo a mais pela Superintendência
do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no
Estado do Paraná. Até o dia 10 de setembro, estão abertas as inscrições Prêmio Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural do Brasil 2018.
A premiação tem como objetivo reconhecer e valorizar as representações
simbólicas do bem cultural registrado, por meio da premiação de Mestres e
Mestras do Paraná e de São Paulo cuja trajetória de vida tenha
contribuído de maneira fundamental para a transmissão e continuidade do
Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural Brasileiro. Também serão premiados
grupos cuja trajetória e atuação contribuam de forma exemplar para a
valorização, difusão e transmissão do bem cultural às novas gerações.
A premiação atende às diretrizes de ações
estabelecidas no âmbito da elaboração do Plano de Salvaguarda do
Fandango Caiçara e irá identificar, valorizar e dar visibilidade às
atividades e às estratégias de preservação das identidades culturais dos
protagonistas desta forma de expressão. Serão concedidos 18 prêmios,
totalizando o valor de R$ 130 mil. As inscrições são gratuitas e somente
podem ser feitas via Correios ou pessoalmente na Superintendência do
Iphan no Paraná. Mais informações estão disponíveis no edital da premiação.
Uma tradição do litoral sul do Brasil
O Fandango Caiçara - registrado pelo Iphan em novembro de 2012 - é uma expressão musical-coreográfica-poética e festiva, cuja área de ocorrência abrange o litoral sul do Estado de São Paulo e o litoral norte do Estado do Paraná. Possui uma estrutura bastante complexa e se define em um conjunto de práticas que perpassam o trabalho, o divertimento, a religiosidade, a música e a dança, prestígios e rivalidades, saberes e fazeres.
O Fandango Caiçara - registrado pelo Iphan em novembro de 2012 - é uma expressão musical-coreográfica-poética e festiva, cuja área de ocorrência abrange o litoral sul do Estado de São Paulo e o litoral norte do Estado do Paraná. Possui uma estrutura bastante complexa e se define em um conjunto de práticas que perpassam o trabalho, o divertimento, a religiosidade, a música e a dança, prestígios e rivalidades, saberes e fazeres.
O Fandango Caiçara se classifica em batido e
bailado ou valsado, cujas diferenças se definem pelos instrumentos
utilizados, pela estrutura musical, pelos versos e toques.
Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan
comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br
Michel Toronaga – michel.toronaga@iphan.gov.br
(61) 2024-5511- 2024-5513 - 2024-5531
(61) 99381-7543
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quinta-feira, 12 de abril de 2018
Documentário Raízes do Brasil
O longa foi produzido em 2004, por Nelson Pereira dos Santos, por ocasião do centenário de nascimento do escritor e jornalista Sérgio Buarque de Holanda. A vida e obra de Sérgio Buarque de Hollanda, um dos principais intelectuais do Brasil no século XX e autor dos livros "Raízes do Brasil" e "Visões do Paraíso".
O DOCUMENTÁRIO RAÍZES DO BRASIL
SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA
Pai do cantor e (também) compositor Chico Buarque de Holanda, Sérgio Buarque de Holanda foi um historiador brasileiro, além de jornalista e crítico literário. Ainda, ajudou na fundação do Partido dos Trabalhadores. Nasceu em São Paulo, 11 de julho de 1902 e faleceu, também em São Paulo, no dia 24 de abril de 1982.- Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, 1936.
- Cobra de Vidro. São Paulo, 1944.
- Monções. Rio de Janeiro, 1945.
- Expansão Paulista em Fins do Século XVI e Princípio do Século XVII. São Paulo, 1948.
- Caminhos e Fronteiras. Rio de Janeiro, 1957.
- Visão do Paraíso. Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil. São Paulo, 1959.
- História Geral da Civilização Brasileira (em coautoria). 1961.
- Do Império à República. São Paulo, 1972. (História Geral da Civilização Brasileira, Tomo II, vol. 5).
- Tentativas de Mitologia. São Paulo, 1979.
- Sergio Buarque de Hollanda: História (org. Maria Odila Leite Dias). São Paulo, 1985. (coletânea de textos)
- O Extremo Oeste (obra póstuma). São Paulo, 1986.
- Raízes de Sérgio Buarque de Holanda (org. Francisco de Assis Barbosa). Rio de Janeiro, 1988. (coletânea de textos)
- Capítulos de literatura colonial (org. Antonio Candido). São Paulo, 1991. (coletânea de textos)
- O espírito e a letra (org. Antonio Arnoni do Prado) - 2 vols.. São Paulo, 1996. (coletânea de textos)
- Livro dos Prefácios. São Paulo, 1996. (coletânia de prefácios escritos pelo autor).
- Para uma nova história - Sérgio Buarque de Holanda (org. Marcos Costa). São Paulo, 2004. (coletânea de textos, publicados, quase todos, em jornais de notícias).
- Escritos coligidos - 1920-1979 (org. Marcos Costa) - 2 vols.. São Paulo, 2011. (coletânea de textos).
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Inscrições abertas para o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural 2018
Fonte ogiainal: Portal Iphan
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Com o objetivo de formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/MP/Iphan) abre as inscrições para a seleção de 10 vagas para alunos-bolsistas.
Os interessados poderão se inscrever até o dia 02 de março de 2018.
O Mestrado Profissional associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das atividades será dia 01 de agosto de 2018, conforme determinações do Edital.
Confira o Edital.
Mais informações: mestrado.pep@iphan.gov.br
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Com o objetivo de formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/MP/Iphan) abre as inscrições para a seleção de 10 vagas para alunos-bolsistas.
Os interessados poderão se inscrever até o dia 02 de março de 2018.
O Mestrado Profissional associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das atividades será dia 01 de agosto de 2018, conforme determinações do Edital.
Confira o Edital.
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terça-feira, 22 de agosto de 2017
Aprendizado com música - Rap da Revolução Francesa
A Música acompanha a existência do Homem desde sempre. A forma como os Sons do Mundo acompanham o Homem em sua jornada, a compreensão destes sons e como simula-los novamente, de forma harmoniosa e palatável faz parte do aprendizado. A mais antiga representação musical tem cerca de 3,4 mil anos, se chama Hurrian Hym e está em escrita cuneiforme (sendo um hino a uma divindade síria).
Além disso, a Música faz parte da História desde as civilizações mais antigas e conhecidas, a Música também é ferramenta de criação de Conhecimento, é citada na Literatura, define conceitos do que é Cultural ou não (como a Música Clássica ou o Funk da laje) e, inserindo uma história (ou uma crítica a esta) durante a melodia, forma e divide Opiniões (como ocorre nas marchinas de Carnaval ou músicas feitas durante a Ditadura Militar no Brasil).
Nada mais justo do que usar tão poderosa ferramenta para aprender História. O vídeo mostra o Rap da Revolução Francesa, composto de forma inteligente, a música aborda diversos momentos marcantes dessa revolução que custou a vida de tantas pessoas (inclusive dos monarcas e de seu Intelectual fomentador Robespierre).
Pra facilitar, tem a letra completa no Canal (é enorme, ai achei melhor não trazer).
Além disso, a Música faz parte da História desde as civilizações mais antigas e conhecidas, a Música também é ferramenta de criação de Conhecimento, é citada na Literatura, define conceitos do que é Cultural ou não (como a Música Clássica ou o Funk da laje) e, inserindo uma história (ou uma crítica a esta) durante a melodia, forma e divide Opiniões (como ocorre nas marchinas de Carnaval ou músicas feitas durante a Ditadura Militar no Brasil).
Nada mais justo do que usar tão poderosa ferramenta para aprender História. O vídeo mostra o Rap da Revolução Francesa, composto de forma inteligente, a música aborda diversos momentos marcantes dessa revolução que custou a vida de tantas pessoas (inclusive dos monarcas e de seu Intelectual fomentador Robespierre).
Pra facilitar, tem a letra completa no Canal (é enorme, ai achei melhor não trazer).
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Cearense Dragão do Mar entra para o Livro dos Heróis da Pátria
O valente jangadeiro Dragão do Mar na Lista de Heróis e de Heroinas da Pátria foi reconhecido como herói nacional e seu nome foi escrito no Livro de Heróis e Heroinas da Pátria (um livro de aço onde consta o nome dos brasileiros que ajudaram a escrever a história do Brasil).
O reconhecimento pelo trabalho de Francisco José do Nascimento no combate contra o comércio de escravos no Ceará consta no Projeto de Lei 4626/16, do Senado Federal e aprovado pelo relator na CCJ, deputado Danilo Forte (PSB-CE).
Além de Francisco José do Nascimento (1839-1914), conhecido como Dragão do Mar, outros cearenses constam na lista como Bárbara de Alencar e o o brigadeiro Antônio de Sampaio (1810 - 1866), atuou na Guerra da Tríplice Aliança e considerado patrono da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro (EB).
Segue abaixo lista dos nomes inscritos no Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria (seguindo ordem de inclusão):
- - Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes
- - Zumbi dos Palmares, líder quilombola
- - Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente do Brasil
- - Dom Pedro I, imperador
- - Duque de Caxias, comandante da Guerra do Paraguai
- - José Plácido de Castro, líder da Revolução Acreana
- - Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha do Brasil
- - Almirante Francisco Manoel Barroso da Silva, herói da Batalha do Riachuelo
- - Alberto Santos Dumont, Pai da Aviação
- - José Bonifácio de Andrada, Patrono da Independência
- - Chico Mendes, ambientalista
- - Joaquim da Silva Rabelo, o Frei Caneca, um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817
- - Marechal Osório, herói da Guerra do Paraguai
- - Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, herói da Revolução Federalista
- - Brigadeiro Antônio Sampaio, herói da Guerra do Paraguai
- - Sepé Tiaraju, líder indígena nas Guerras Guaraníticas
- - Anna Nery, enfermeira que atuou na Guerra do Paraguai
- - Hipólito José da Costa, Patrono da Imprensa, fundou o primeiro jornal brasileiro
- - Padre José de Anchieta, jesuíta que iniciou a catequização dos índios brasileiros
- - Getúlio Vargas, presidente do Brasil
- - João de Deus do Nascimento, Lucas Dantas de Amorim Torres, Manuel Faustino Santos Lira e Luís Gonzaga das Virges e Veiga, heróis da Revolta dos Búzios (ou Conjuração Baiana)
- - Mário Martins de Almeida, Euclydes Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Souza e Antônio Américo de Camargo Andrade, heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932
- - Heitor Villa-Lobos, maestro e compositor
- - Júlio César Ribeiro de Souza, pioneiro da dirigibilidade aérea
- - Seringueiros Soldados da Borracha
- - Domingos Martins, herói da Revolução Pernambucana de 1817
- - Barão do Rio Branco, diplomata
- - Padre Roberto Landell de Moura, pioneiro da radiotransmissão
- - Anita Garibaldi, heroína da Guerra dos Farrapos
- - Francisco Barreto de Menezes, João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, Antônio Filipe Camarão e Antônio Dias Cardoso, líderes da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Abertas inscrições para o 5º Prêmio Luiz de Castro Faria
FONTE ORIGINAL: PORTAL IPHAN
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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria. Podem ser inscritas monografias de graduação, mestrado, doutorado e artigo científico relativos à preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. Em 2017, o prêmio celebra os 55 anos da publicação da Lei de Arqueologia (Lei nº 3924/1961). O edital completo e a relação dos trabalhos vencedores das edições anteriores estão disponíveis no portal do Iphan
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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria. Podem ser inscritas monografias de graduação, mestrado, doutorado e artigo científico relativos à preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. Em 2017, o prêmio celebra os 55 anos da publicação da Lei de Arqueologia (Lei nº 3924/1961). O edital completo e a relação dos trabalhos vencedores das edições anteriores estão disponíveis no portal do Iphan
Os trabalhos deverão ser entregues no Centro
Nacional de Arqueologia, situado no endereço: SEPS 713/913 Bloco D 3º
Andar - Edifício Iphan, Brasília/Distrito Federal, impreterivelmente até
as 18 horas do dia 9 de junho, ou enviados por Correio (por
correspondência registrada com Aviso de Recebimento - AR), até a data
indicada, sendo o carimbo de postagem do Correio considerado como o
comprovante de remessa no prazo.
Os vencedores serão anunciados no dia 25 de
agosto, mediante publicação do resultado no Diário Oficial da União. A
premiação para as categorias de Monografia de Graduação, Dissertação de
Mestrado e Tese de Doutorado, é de R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 20 mil
reais, respectivamente. Os trabalhos vencedores da Categoria Especial –
Artigo Científico - receberão R$ 5 mil.
Preservação do patrimônio arqueológico
O Prêmio Luiz de Castro Faria foi criado em 2013, com o objetivo de
reconhecer a pesquisa acadêmica que verse sobre o tema da preservação do
patrimônio arqueológico brasileiro. Nesse sentido, o Iphan, através do
Centro Nacional de Arqueologia (CNA), prestigia os trabalhos
desenvolvidos sob a forma de monografia de graduação, dissertação de
mestrado e tese de doutorado, que representem originalidade e
contribuição para o tema.
O concurso faz referência à atuação do museólogo
e antropólogo Luiz de Castro Faria. Figura atuante no Museu Nacional da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele contribuiu para a
formação de várias gerações de especialistas e professores no campo da
arqueologia. Antes de voltar-se ao estudo da antropologia, no qual teve
grande dimensão, Castro Faria dedicou-se à pesquisa e preservação de
grutas naturais e sambaquis em quase todo o litoral brasileiro. Seus
registros científicos reconstituíram parte da história do Brasil e
fortaleceram o movimento de conscientização sobre a importância dos
sítios arqueológicos.
Inclusive, ele foi um importante articulador de
políticas públicas, junto com o fundador do Iphan, Rodrigo Melo Franco
de Andrade, especialmente nas décadas de 1950 e 1960. Um dos principais
legados dele foi o anteprojeto da Lei 3.924/61, sancionada pelo
presidente Jânio Quadros. A norma dispõe sobre os monumentos
arqueológicos e pré-históricos no país e determina, entre outras
medidas, que esses elementos fiquem sob a guarda e proteção do Poder
Público.
Dessa forma, o Prêmio reconhece o trabalho de
Luiz de Castro Faria como mediador entre a academia e a administração
pública. Símbolo de uma geração pioneira e idealista, a atuação do
pesquisador é uma inspiração para quem luta pelo estudo do nosso passado
e ampliação das iniciativas de preservação do patrimônio arqueológico.
Outras informações: Centro Nacional de Arqueologia
Telefone: (61) 2024-6300
E-mail: premio.cna@iphan.gov.br
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quarta-feira, 8 de março de 2017
Documentário - Peste Negra na Idade Média
A História Medieval já foi assunto neste blog diversas vezes. O Trabalho de conclusão da disciplina "Medieval I" foi uma peça teatral sobre o tema Inquisição (usando o livro Martelo das Bruxas) e, também, indicamos o documentário Going Medieval (History Channel). Agora, segue outro documentário. Dessa vez, o assunto é a Peste Negra que varreu a Europa.
Durante o Século XIV, a Peste Bubônica (também conhecida como Peste Negra) matou cerca de um terço da população europeia. A doença mortal não escolhia vítimas: Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros acabaram morrendo.
As mortes causadas pela epidemia geraram, também, muitas tensões entre Senhores Feudais e Servos. Os Servos que sobreviveram, por ordem dos Senhroes Feudais, tinham que pagar os impostos daqueles que morreram.
Viajando ao longo das rotas comerciais da Mongólia, a doença causa estragos na Ásia e na Europa doenças/Epidemias que Mudaram o Mundo. É o maior desastre biológico da história. Mas as Américas não são infectadas. Aqui, as civilizações florescem em isolamento.
Lista de Reprodução com os outros episódios da série "A História da Humanidade".
Durante o Século XIV, a Peste Bubônica (também conhecida como Peste Negra) matou cerca de um terço da população europeia. A doença mortal não escolhia vítimas: Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros acabaram morrendo.
As mortes causadas pela epidemia geraram, também, muitas tensões entre Senhores Feudais e Servos. Os Servos que sobreviveram, por ordem dos Senhroes Feudais, tinham que pagar os impostos daqueles que morreram.
O DOCUMENTÁRIO "PESTE NEGRA NA IDADE MÉDIA"
Genghis Khan, o senhor da guerra mais sangrenta da história, varre o sul da Mongólia e cria um império poderoso. Ele deixa 40 milhões de mortos em seu percurso. Mas um assassino ainda maior cerca a Humanidade, a Peste.Viajando ao longo das rotas comerciais da Mongólia, a doença causa estragos na Ásia e na Europa doenças/Epidemias que Mudaram o Mundo. É o maior desastre biológico da história. Mas as Américas não são infectadas. Aqui, as civilizações florescem em isolamento.
Lista de Reprodução com os outros episódios da série "A História da Humanidade".
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Iphan promove concurso para seleção do Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro
FONTE ORIGINAL: PORTAL IPHAN
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Em 2017 o Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (Iphan) completa 80 anos de atuação e, como parte das
comemorações, lança no dia 13 de janeiro o edital do concurso nacional
para a escolha do Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro. O objetivo
da seleção é criar uma identidade visual para os bens do Patrimônio
Cultural Brasileiro, valorizando sua condição especial e apoiando sua
promoção. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas entre 16 de
janeiro a 02 de março de 2017. O prêmio para o trabalho vencedor será
de R$ 30 mil.
Além do emblema, o vencedor deverá desenvolver
um Manual de Identidade Visual e Aplicação. As regras e definições para
participação estão disponíveis no edital do concurso. Poderão participar
do concurso apenas pessoas físicas, individualmente, com apenas uma
proposta inédita por participante.
Cada participante poderá inscrever apenas uma
proposta, a ser enviada uma única vez e sem possibilidade de alteração. A
ficha de inscrição, bem como o edital, estão disponíveis no portal do
Iphan (www.iphan.gov.br) e o interessado deverá enviá-la para o e-mail
emblema.patrimonio@iphan.gov.br, juntamente com os arquivos
digitalizados (jpg ou pdf): carteira de identidade e CPF (frente e
verso); certidão de quitação eleitoral emitida pelo site do Tribunal
Regional Eleitoral (TRE); a sugestão da marca do Patrimônio Cultural
Brasileiro, conforme os requisitos estabelecidos no edital; Termo de
Cessão de Direitos Autorais (Anexo II do edital), devidamente preenchido
e assinado; e Declaração (Anexo III do edital), preenchida e assinada,
informando que o design não caracteriza, no todo ou em parte, plágio ou
autoplágio.
As propostas serão avaliadas por uma comissão
julgadora, que será constituída por até nove membros nomeados pela
presidente do Iphan. O resultado preliminar do concurso será divulgado
no portal do Iphan em meados de maio de 2017 e o lançamento oficial do
Emblema está previsto 17 de agosto de 2017, dia nacional do Patrimônio
no Brasil.
Iphan 80 anos
Defensor da cultura brasileira em seus tesouros edificados, na
criatividade aplicada na arte, nos ofícios que se perpetuam, nos
costumes e tradições, na história ancestral de seus povos, o Iphan foi
criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, completando oito
décadas de atividade e, além de recordar sua trajetória, projeta os seus
próximos 80 anos.
Tido como uma das mais longevas instituições
públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação do patrimônio
cultural na América Latina, a história do Iphan se confunde com a
formação cultural do Brasil. Em oito décadas de atividade, o Instituto,
que nasceu como Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(SPHAN) dentro do Ministério da Educação e Saúde Pública, tem trabalhado
arduamente em parceria com a União, os Estados, os Municípios, a
comunidade e o setor privado, buscando apoio e investimento na ampliação
de uma rede de proteção e valorização do patrimônio.
Ao longo de sua trajetória, a política nacional
de patrimônio foi expandida e se relaciona hoje com diversos campos como
gestão urbana, gestão ambiental, direitos humanos e culturais – atuando
desde o poder de polícia até a educação –, formação profissional e
pesquisa, e crescente envolvimento internacional. O maior envolvimento
do Iphan ressignificou sua existência e ganhou maior capilaridade,
estando o Instituto presente em 27 Superintendências Estaduais, 26
Escritórios Técnicos, dois Parques Nacionais e cinco Unidades
Especiais.
Reconhecimento do patrimônio
Nesses 80 anos de atividade foram protegidos 87 conjuntos urbanos (o que
implica em cerca de 80 mil bens em áreas tombadas e 531 mil imóveis em
áreas de entorno já delimitadas) e três estão sob o tombamento
provisório. Nessas áreas, o Instituto atua e investe recursos, tanto
direta – na forma de obras de qualificação – quanto indiretamente – por
meio de parcerias com outras instituições municipais e estaduais –, além
do PAC Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade
Urbana.
Além disso, o Iphan tem sob sua proteção 40 bens
imateriais registrados, 1.262 bens materiais tombados, oito terreiros
de matrizes africanas, 24 mil sítios arqueológicos cadastrados, mais de
um milhão de objetos arrolados (incluindo o acervo museológico), cerca
de 250 mil volumes bibliográficos e vasta documentação de arquivo.
Com o passar do tempo houve um alargamento do
sentido sobre o que é o Patrimônio – na mesma direção do ocorrido com a
política cultural como um todo –, o que possibilitou que a proteção do
Estado se estendesse desde um sítio urbano complexo e dinâmico como o
Plano Piloto de Brasília (DF), até à pequena casa de madeira povoada de
objetos de uso cotidiano do seringueiro Chico Mendes, em Xapuri (AC),
bem como da salvaguarda dos modos de fazer tradicionais relacionados ao
manejo de alimentos ou recursos naturais; de celebrações como o Círio de
Nazaré ou a Festa do Bonfim; ou de expressões como o Frevo, a Roda de
Capoeira e a Arte Kusiwa dos índios Wajãpi.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Documentário - A História do Brasil (Boris Fausto)
Série narrada pelo historiador Boris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais.
A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história. Este documentário é dividido em sete partes e já haviamos postado a parte que trata da República Velha.
QUEM É BORIS FAUSTO
Boris Fausto (Historiador e Cientista Político) é filho de imigrantes e é responsável por vários livros, além de lançar um livro em 2012 totalmente voltado para a História do país. Este documentário é baseado nas informações de seu livro chamado História do Brasil.quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Documentário - Quando sinto que já sei
O documentário Quando sinto que já sei registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil.
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QUANDO SINTO QUE JÁ SEI
A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.Projeto independente, o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.
Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade.
FINANCIAMENTO COLETIVO NO CATARSE
A etapa final do projeto foi financiada com a colaboração de 487 apoiadores pela plataforma de financiamento coletivo Catarse.Financiamento coletivo é quando várias pessoas se identificam com o seu projeto e resolvem contribuir financeiramente para que ele saia do papel. Baseado na economia colaborativa, tem como fundamento a premissa de que juntos todos podem conquistar seus objetivos.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
União Ibérica e a ocupação holandesa no Brasil
FONTE ORIGINAL: Blog Histo é História
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VICENTINO, Cláudio. Viver a História: Ensino Fundamental.
São Paulo: Ed. Scipione, 2002.
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A parceria entre Portugal e Holanda
ü Holanda passou a custear todas as
etapas, desde o financiamento até o fornecimento de equipamentos para a
produção do açúcar.
ü Holandeses detinham a tecnologia de
refino do açúcar.
ü Em troca, os holandeses tinham o
direito de comercializá-lo na Europa.
União Ibérica (1580-1640)
1578 – D.
Sebastião, o jovem rei de Portugal, ao tentar expandir a fé católica e
obter honras em batalhas que acreditava que o glorificariam, partiu em uma
cruzada, invadiu o norte da África e desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir,
no Marrocos, com apenas 24 anos, sem deixar herdeiros.
ü Portugueses foram derrotados pelo
sultão Abd al-Malik (Mulei Moluco);
ü O resgate dos sobreviventes agravou as
dificuldades financeiras do país;
ü Portugal sofre com uma crise
econômica; Surge a lenda do "rei dormente" (Messias) que iria
regressar para ajudar Portugal nas suas horas mais sombrias.
1580 – O tio-avô, o cardeal D. Henrique, inquisidor-geral do reino, único parente mais
próximo morreu em 31 de Janeiro de 1580, sem indicar um herdeiro.
ü Seguiu-se uma crise de sucessão, com
três netos de D. Manuel I de
Portugal a reivindicar o trono: Catarina,
infanta de Portugal, duquesa de Bragança, António,
Prior do Crato e Filipe II de
Espanha sobrinho de D. Henrique.
ü
No
mesmo ano Filipe II Marcha com seu exército para Portugal para
assegurar a sua coroação. O reconhecimento de Filipe II deu-se a partir da
assinatura do Juramento de Tomar uma lista de exigências ao novo rei.
1581 - Juramento de tomar:
I.
Não
interferência na economia de Portugal;
II.
Nomear
portugueses para assuntos de Portugal;
A
Espanha exerceu domínio sobre Portugal por 60 anos. Assim, entre 1580 e 1640,
Portugal e Espanha formaram um único império, governado por um rei espanhol.
Com essa união, Filipe II tornou-se ainda mais poderoso, ampliando a marinha, o
exército e seus domínios ultramarinos.
O domínio espanhol sobre os Países Baixos
A
partir do final da Idade Média, o território onde se localizam os Países Baixos
(atuais Luxemburgo, Bélgica e Holanda) transformou-se em um importante polo de
produção de tecidos, lã e navios, entre outros produtos.
Ø Séc.
XV - os Países Baixos
estavam sob o domínio espanhol de Carlos
V, da dinastia Habsburgo.
Ø 1565
- holandeses
protestantes começaram a lutarar contra esse domínio. A situação tornou-se
insustentável durante o governo de Filipe
II, católico fanático:
ü Promoveu execuções na fogueira de
perseguidos religiosos.
ü Impôs restrições comerciais entre a
Holanda e as colônias lusitanas.
A
partir de então, as populações dominadas intensificaram as lutas pela
independência que eram financiadas com açúcar do Brasil.
ü Ciente de que os holandeses
financiavam sua luta de independência com o açúcar do Brasil, Filipe II decreta
o bloqueio econômico à Holanda que
estava proibida de comercializar o açúcar do Brasil.
ü Revoltados, os holandeses invadiram e
conquistaram domínios pertencentes à União Ibérica, em especial os destinados
ao tráfico negreiro na África e à produção de açúcar na América portuguesa.
Ø 1600 - Companhia das Índias Orientais (EIC):
Responsável por ataques as colônias na Ásia e África;Ø 1624 - Companhias das Índias Ocidentais (WIC):
- 1624-1625 – Invasão da Bahia;
- 1630-1654 – Invasão de Pernambuco
Observação: 1648
- Felipe IV, sucessor de Filipe II ao trono espanhol, assinou o Tratado de Münster, que pôs fim à “Guerra dos 80 Anos” entre espanhóis e
holandeses pela independência dos Países Baixos. Depois disso, a região
prosperou como um grande centro comercial e manufatureiro. Tabaco, seda, açúcar
e armas de guerra eram os principais produtos de sua economia.
1624 – 1625 - Invasão Holandesa na Bahia
Ø Com o objetivo de tomar a cidade de Salvador, sede da
administração colonial. Em um primeiro momento, o ataque foi bem-sucedido.
Ø A resistência organizada pelos colonos
de Portugal impediu que os holandeses consolidassem seu domínio, obrigando-os a
abandonar a cidade no ano seguinte.
Observação:
10 a 18 de março de 1625, Piet Hein tentou invadir a Vila de Vitória no
Espírito Santo; o donatário do Espírito Santo era Francisco de Aguiar Coutinho. Maria
Ortiz, (1603 — 1646) é considerada uma heroína brasileira. jovem de origem
espanhola que vivia na colônia portuguesa da capitania do Espírito Santo
organizou a resistência das mulheres que do alto dos casebres lançou carvão em
brasa, óleo fervente, paus e pedras, impedindo que os holandeses chegassem até
o pelourinho na cidade alta. Ganhado tempo para formação da resistência
portuguesa.
1630 – 1654 - Invasão de Pernambuco
Ø 1630 - os holandeses atacaram o
litoral pernambucano. Após vários enfrentamentos com tropas portuguesas e
proprietários locais, finalmente se apoderaram do território, em 1635. A sede
do governo holandês, estabelecida primeiramente em Olinda, foi logo depois
transferida para o Recife.
Ø De Pernambuco, os batavos estenderam seus domínios de Alagoas ao Rio Grande do Norte, permanecendo no Nordeste brasileiro por 24
anos.
Ø Para diminuir a resistência dos
senhores de engenho à invasão e normalizar a produção, os holandeses ofereceram
facilidades, como:
ü Empréstimos para incrementar os
engenhos.
ü Auxiliar na reconstrução das
propriedades destruídas durante os conflitos militares.
A PRESENÇA HOLANDESA
Promoveu
uma série de mudanças na vida colonial, com a introdução de novos hábitos e
costumes, a construção de edificações e melhorias na vida urbana. A vila de
Recife foi reestruturada ganhando praças e ruas calçadas, no mesmo modelo das
cidades europeias da época.
1637 – 1644 - Governo de
Maurício de Nassau
O
conde Maurício de Nassau pertencia a uma importante família nobre holandesa.
Como governador dos domínios holandeses
na América portuguesa suas principais reformas foram:
Ref. Econômicas e
políticas:
Ø Estabeleceu relações amistosas entre
neerlandeses, comerciantes e latifundiários.
Ø Estabelecimento de aliança política
com os senhores de engenho de Pernambuco.
Ø Adoção de melhorias nos engenhos,
visando o aumento da produção de açúcar.
Ø Melhoria da qualidade dos serviços
públicos em Recife, investindo na coleta de lixo e nos bombeiros.
Ø Redução dos tributos cobrados dos
senhores de engenho de Pernambuco.
Ø Formulação de empréstimos.
Ø Reformou engenhos com empréstimos
concedidos pela WIC.
Ø Confiscou e vendeu engenhos
abandonados.
Ø Incentivou a manufatura local.
Ø Introduziu métodos aperfeiçoados de
cultivo da cana-de-açúcar e do fumo.
Ref. Estrutural Urbana:
Ø Restaurou a cidade de Olinda, onde
construiu hospitais, asilos de órfãos, pontes e outras obras que modernizaram a
cidade.
Ø Investimentos na infra-instrutora de
Recife como, por exemplo, construção de pontes, diques, drenagem de pântanos,
canais e obras sanitárias.
Ø Construiu a cidade Maurícia, na ilha
de Antônio Vaz, com diversos palácios e fortes.
Ø Proibiu a derrubada dos cajueiros,
quase em extinção,
Ø Plantou mamoeiros, jenipapeiros e
mangueiras nas ruas da cidade.
Ø Proibiu que o bagaço da cana fosse
jogado nos rios e açudes, para evitar que as camadas mais pobres sofressem com
a morte dos peixes, seu principal alimento.
Observação: Ponte
Maurício de Nassau -
povo não tinha muita fé na ponte antiga promessa do governo português. Dizem
que “era mais fácil um boi voar...”.
Nassau prometeu construir a ponte e fazer o boi voar. “boi do Melchior” (Boi
Voador), um animal de pêlo amarelado, famoso na cidade por entrar nas casas e
subir as escadas. Em 28 de fevereiro de 1644, um domingo, Nassau marcou a
inauguração da tal ponte. Ordenou que se arranjasse um pedaço de couro, de
tamanho e cor iguais ao do boi exposto no Palácio, que foi empalhado e inflado
como um balão. Amarrado em cordas bem finas, invisíveis ao público que lotava a
praia e os barcos.
Ref. Culturais:
Ø Foi protetor das artes.
Ø Estabeleceu um regime de tolerância
religiosa que diminuiu a resistência dos colonos católicos em relação aos
holandeses, em sua maioria protestantes (calvinistas).
Ø Estabelecimento da primeira sinagoga
do Brasil “Sinagoga Kahal Zur Israel”.
Ø Incentivo ao estudo e retratação da
natureza brasileira, principalmente com a vinda de artistas e cientistas
holandeses.
Ø Criação do Jardim Botânico no Recife,
assim como o Museu Natural e o Zoológico.
De
volta à Holanda, Nassau ocupou vários cargos políticos e comandou o exército
holandês na luta contra a Inglaterra. Morreu na Alemanha, em 1679, aos 75 anos.
A produção cultural
durante o domínio holandês
1637
- conde Maurício de Nassau desembarcou no Brasil - faziam parte de sua comitiva:
46 cientistas, artífices e intelectuais.
A
intenção de Nassau era:
ü Registrar, catalogar e estudar a flora
e a fauna, bem como a sociedade do Nordeste brasileiro.
ü Torná-las conhecidas aos europeus.
a)
ZachariasWagener - que era soldado, produziu centenas de
aquarelas de animais brasileiros que ilustravam seus tratados da fauna local.
b)
Albert Eckhout - pintor naturalista, influenciado pela
obra de Wagener, também retratou a fauna e usava modelos para representar a
sociedade colonial da época.
c)
Frans Post - compôs quadros das paisagens
brasileiras.
d)
George Marcgraf - cientistas da comitiva, naturalista e
astrônomo, se notabilizou pelo detalhismo com que retratava o território
ocupado. Tal era a precisão de seus mapas que se temia que a divulgação de seu
trabalho despertasse a cobiça de outras potências sobre o território então
dominado pelos holandeses.
O fim da União Ibérica: a Restauração
1640
– Restauração do trono português:
Ø O duque de Bragança comandou os
portugueses em uma guerra contra a Espanha, movimento que ficou conhecido como Restauração.
Ø Para recuperar o trono de Portugal e
fazer prevalecer sua soberania, os portugueses fizeram alianças com vários
países europeus:
ü Ingleses – estavam de olho no mercado
consumidor do Brasil.
ü Holanda – queria manter o comércio
açucareiro com o Brasil. (os holandeses continuariam administrando o Nordeste
açucareiro até 1654).
Ø Instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa
- a casa de Bragança - com a
aclamação de D. João IV.
A expulsão dos holandeses: insurreição pernambucana
Ø 1644 - Nassau é retirado do comando do governo
holandês na América.
Ø Os administradores que sucederam
Nassau, preocupados em aumentar os lucros da Companhia das Índias Ocidentais,
pressionaram os fazendeiros a pagar os empréstimos adquiridos durante o governo
de Nassau, ameaçando tomar-lhes as terras ou confiscar o açúcar.
Ø 1645 - Descontentes, os senhores de
engenho iniciaram os confrontos armados visando expulsar os holandeses. Os
combates ficaram conhecidos como Insurreição
Pernambucana,
Ø Os colonos formaram milícias:
ü O movimento integrou forças lideradas
por André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão e Henrique Dias.
André Vidal de Negreiros
·
Mobilizou
recursos e gentes do sertão nordestino • Foi nomeado Mestre-de-Campo.
·
Comando
de um dos terços do Exército Patriota nas duas batalhas dos Guararapes.
·
Comandou
o sítio de Recife que resultou na capitulação holandesa em 1654.
·
Pelos
seus feitos foi nomeado governador e capitão-geral das capitanias do Maranhão,
de Pernambuco e o Estado de Angola.
Felipe Camarão ou Potiguaçu
·
Indígena
da tribo potiguar.
·
Organizou
ações de guerrilha que se revelaram essenciais para conter o avanço dos
invasores.
·
Destacou-se
nas batalhas de São Lourenço (1636), Porto Calvo (1637) e de Mata Redonda
(1638).
·
Distinguiu-se
comandando a ala direita do exército rebelde na Primeira Batalha dos Guararapes.
·
Foi
agraciado com a mercê de Dom, o hábito de cavaleiro da Ordem de Cristo, o foro
de fidalgo com brasão de armas e o título de Capitão-Mor de Todos os índios do
Brasil.
Henrique Dias Brasileiro
·
Filho
de escravos, conhecido como governador da gente preta.
·
Recrutou
ex-escravos afro-brasileiros oriundos dos engenhos.
·
Comandou
o Terço de Homens Pretos e Mulatos do Exército Patriota nas duas batalhas dos Guararapes,
suas tropas também eram denominadas milícias negras.
·
Distinguindo-se
por bravura nos combates de Igaraçu onde foi ferido duas vezes.
ü 1648 e 1649 - As duas batalhas de
Guararapes foram decisivas para restaurar gradualmente o domínio português.
ü Portugal requisitou auxilio militar da
Inglaterra
ü 1954 - os colonos venceram a batalha, os
holandeses assinaram a Capitulação da
Campina da Taborda e se retiraram definitivamente do território nordestino.
A
paz definitiva, no entanto, só seria assinada em 1661. Os holandeses seguiram
para as Antilhas, no Caribe, onde implantaram a produção de açúcar, que passou
a concorrer diretamente com o açúcar português.
A crise econômica
portuguesa
Ø O preço do açúcar caiu ainda mais com
a concorrência da produção holandesa nas Antilhas.
Ø Agravando a situação Portugal foi
obrigada a assinar um tratado com a Inglaterra, como recompensa pelo auxílio na
luta contra os holandeses.
Ø Os navios ingleses foram autorizados a
negociar diretamente nas colônias de Portugal, competindo com os comerciantes
lusitanos.
Medidas adotadas por Portugal para superar a crise:
Esforço
do governo português para intensificar o controle político sobre seu império
ultramarino e, principalmente, sobre o comércio:
Ø 1642 – criação do Conselho Ultramarino,
órgão cuja principal função era ampliar o controle do comércio sobre os
domínios coloniais.
Ø A fim de combater a sonegação de
impostos, a Coroa proibiu que os comerciantes metropolitanos praticassem suas
atividades de forma independente.
Ø 1649 – foi criada a Companhia Geral de Comércio do Brasil,
que obteve o monopólio comercial entre o sul e o Rio Grande do Norte.
Ø 1682 – foi criada a Companhia de Comércio do Estado do Maranhão,
que se encarregava das atividades comerciais com as demais regiões da colônia.
Ø Fim da autonomia das Câmaras
Municipais, que a partir de 1696 passaram a ser dirigidas pelos juízes de fora,
agentes diretos do rei;
Ø Incentivo da produção de manufaturas
portuguesas;
Ø 1680 – Fundação da Colônia do
Sacramento (onde hoje é o Uruguai) com o objetivo de facilitar o acesso à prata
extraída na América espanhola.
Ø Organizou expedições para a descoberta
de metais e pedras preciosas no interior da colônia.
REFERÊNCIAS:
AZEVEDO, Gislane Campos;
SERIACOPI, Reinaldo. Projeto Teláris:
história 7° ano. São Paulo: Ática, 1º ed., 2012.
CAPELLARI, Marcos
Alexandre; NOGUEIRA, Fausto Henrique Gomes. História: ser protagonista -
Volume único. Ensino Médio. 1ª Ed. São Paulo: SM. 2010.
COTRIM, Gilberto. História
Global – Brasil e Geral. Volume Único. Ensino Médio. 8ª Ed. São Paulo:
Saraiva 2005.
MOZER, Sônia & TELLES, Vera. Descobrindo a História. São Paulo: Ed. Ática, 2002.
PILETTI, Nelson & PILETTI,
Claudico. História & Vida Integrada.
São Paulo: Ed. Ática, 2002.
Projeto Araribá: História – 7° ano. /Obra
coletiva/ São Paulo: Editora Moderna, 2010. Editora Responsável: Maria Raquel
Apolinário Melani.
Uno: Sistema de Ensino –
História – 7° ano. São Paulo: Grupo Santillana, 2011. Editor Responsável:
Angélica Pizzutto Pozzani.
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