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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Inscrições abertas para o Mestrado do Patrimônio Cultural

Fonte original: Iphan
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Com o objetivo de formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional publicou Edital para a seleção de 10 vagas para alunos-bolsistas. Os interessados poderão se inscrever até o dia 01 de março de 2019.


O Mestrado Profissional associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das atividades será dia 01 de agosto de 2019, conforme determinações do Edital.

Mais informações:
e-mail: mestrado.pep@iphan.gov.br

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Prêmio Fandango Caiçara está com as inscrições abertas

Postagem original: Iphan
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Iphan Premio Fandango Caiçara
Um dos bens imateriais que compõe o Patrimônio Cultural do Brasil ganha agora um incentivo a mais pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Estado do Paraná. Até o dia 10 de setembro, estão abertas as inscrições Prêmio Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural do Brasil 2018. A premiação tem como objetivo reconhecer e valorizar as representações simbólicas do bem cultural registrado, por meio da premiação de Mestres e Mestras do Paraná e de São Paulo cuja trajetória de vida tenha contribuído de maneira fundamental para a transmissão e continuidade do Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural Brasileiro. Também serão premiados grupos cuja trajetória e atuação contribuam de forma exemplar para a valorização, difusão e transmissão do bem cultural às novas gerações.

A premiação atende às diretrizes de ações estabelecidas no âmbito da elaboração do Plano de Salvaguarda do Fandango Caiçara e irá identificar, valorizar e dar visibilidade às atividades e às estratégias de preservação das identidades culturais dos protagonistas desta forma de expressão. Serão concedidos 18 prêmios, totalizando o valor de R$ 130 mil. As inscrições são gratuitas e somente podem ser feitas via Correios ou pessoalmente na Superintendência do Iphan no Paraná. Mais informações estão disponíveis no edital da premiação.

Uma tradição do litoral sul do Brasil
O Fandango Caiçara - registrado pelo Iphan em novembro de 2012 - é uma expressão musical-coreográfica-poética e festiva, cuja área de ocorrência abrange o litoral sul do Estado de São Paulo e o litoral norte do Estado do Paraná. Possui uma estrutura bastante complexa e se define em um conjunto de práticas que perpassam o trabalho, o divertimento, a religiosidade, a música e a dança, prestígios e rivalidades, saberes e fazeres. 

O Fandango Caiçara se classifica em batido e bailado ou valsado, cujas diferenças se definem pelos instrumentos utilizados, pela estrutura musical, pelos versos e toques.

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereirafernanda.pereira@iphan.gov.br 
Michel Toronaga – michel.toronaga@iphan.gov.br
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Inscrições abertas para o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural 2018

Fonte ogiainal: Portal Iphan
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Com o objetivo de formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/MP/Iphan) abre as inscrições para a seleção de 10 vagas para alunos-bolsistas.

Os interessados poderão se inscrever até o dia 02 de março de 2018.

O Mestrado Profissional associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das atividades será dia 01 de agosto de 2018, conforme determinações do Edital.

Confira o Edital.
Mais informações: mestrado.pep@iphan.gov.br  

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Abertas inscrições para o 5º Prêmio Luiz de Castro Faria

FONTE ORIGINAL: PORTAL IPHAN
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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria. Podem ser inscritas monografias de graduação, mestrado, doutorado e artigo científico relativos à preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. Em 2017, o prêmio celebra os 55 anos da publicação da Lei de Arqueologia (Lei nº 3924/1961). O edital completo e a relação dos trabalhos vencedores das edições anteriores estão disponíveis no portal do Iphan

Os trabalhos deverão ser entregues no Centro Nacional de Arqueologia, situado no endereço: SEPS 713/913 Bloco D 3º Andar - Edifício Iphan, Brasília/Distrito Federal, impreterivelmente até as 18 horas do dia 9 de junho, ou enviados por Correio (por correspondência registrada com Aviso de Recebimento - AR), até a data indicada, sendo o carimbo de postagem do Correio considerado como o comprovante de remessa no prazo. 

Os vencedores serão anunciados no dia 25 de agosto, mediante publicação do resultado no Diário Oficial da União. A premiação para as categorias de Monografia de Graduação, Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado, é de R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 20 mil reais, respectivamente. Os trabalhos vencedores da Categoria Especial – Artigo Científico - receberão R$ 5 mil.

Preservação do patrimônio arqueológico

O Prêmio Luiz de Castro Faria foi criado em 2013, com o objetivo de reconhecer a pesquisa acadêmica que verse sobre o tema da preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. Nesse sentido, o Iphan, através do Centro Nacional de Arqueologia (CNA), prestigia os trabalhos desenvolvidos sob a forma de monografia de graduação, dissertação de mestrado e tese de doutorado, que representem originalidade e contribuição para o tema.

O concurso faz referência à atuação do museólogo e antropólogo Luiz de Castro Faria. Figura atuante no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele contribuiu para a formação de várias gerações de especialistas e professores no campo da arqueologia. Antes de voltar-se ao estudo da antropologia, no qual teve grande dimensão, Castro Faria dedicou-se à pesquisa e preservação de grutas naturais e sambaquis em quase todo o litoral brasileiro. Seus registros científicos reconstituíram parte da história do Brasil e fortaleceram o movimento de conscientização sobre a importância dos sítios arqueológicos.

Inclusive, ele foi um importante articulador de políticas públicas, junto com o fundador do Iphan, Rodrigo Melo Franco de Andrade, especialmente nas décadas de 1950 e 1960. Um dos principais legados dele foi o anteprojeto da Lei 3.924/61, sancionada pelo presidente Jânio Quadros. A norma dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos no país e determina, entre outras medidas, que esses elementos fiquem sob a guarda e proteção do Poder Público.

Dessa forma, o Prêmio reconhece o trabalho de Luiz de Castro Faria como mediador entre a academia e a administração pública. Símbolo de uma geração pioneira e idealista, a atuação do pesquisador é uma inspiração para quem luta pelo estudo do nosso passado e ampliação das iniciativas de preservação do patrimônio arqueológico.
Outras informações: Centro Nacional de Arqueologia
Telefone: (61) 2024-6300              
E-mail: premio.cna@iphan.gov.br
Mais informações para a imprensa
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Adélia Soares - adelia.soares@iphan.gov.br
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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Iphan promove concurso para seleção do Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro

FONTE ORIGINAL: PORTAL IPHAN
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Em 2017 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) completa 80 anos de atuação e, como parte das comemorações, lança no dia 13 de janeiro o edital do concurso nacional para a escolha do Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro. O objetivo da seleção é criar uma identidade visual para os bens do Patrimônio Cultural Brasileiro, valorizando sua condição especial e apoiando sua promoção. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas entre 16 de janeiro a 02 de março de 2017. O prêmio para o trabalho vencedor será de R$ 30 mil.

Além do emblema, o vencedor deverá desenvolver um Manual de Identidade Visual e Aplicação. As regras e definições para participação estão disponíveis no edital do concurso. Poderão participar do concurso apenas pessoas físicas, individualmente, com apenas uma proposta inédita por participante.

Cada participante poderá inscrever apenas uma proposta, a ser enviada uma única vez e sem possibilidade de alteração. A ficha de inscrição, bem como o edital, estão disponíveis no portal do Iphan (www.iphan.gov.br) e o interessado deverá enviá-la para o e-mail emblema.patrimonio@iphan.gov.br, juntamente com os arquivos digitalizados (jpg ou pdf): carteira de identidade e CPF (frente e verso); certidão de quitação eleitoral emitida pelo site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE); a sugestão da marca do Patrimônio Cultural Brasileiro, conforme os requisitos estabelecidos no edital; Termo de Cessão de Direitos Autorais (Anexo II do edital), devidamente preenchido e assinado; e Declaração (Anexo III do edital), preenchida e assinada, informando que o design não caracteriza, no todo ou em parte, plágio ou autoplágio. 

As propostas serão avaliadas por uma comissão julgadora, que será constituída por até nove membros nomeados pela presidente do Iphan. O resultado preliminar do concurso será divulgado no portal do Iphan em meados de maio de 2017 e o lançamento oficial do Emblema está previsto 17 de agosto de 2017, dia nacional do Patrimônio no Brasil.

Iphan 80 anos

Defensor da cultura brasileira em seus tesouros edificados, na criatividade aplicada na arte, nos ofícios que se perpetuam, nos costumes e tradições, na história ancestral de seus povos, o Iphan foi criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, completando oito décadas de atividade e, além de recordar sua trajetória, projeta os seus próximos 80 anos.

Tido como uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação do patrimônio cultural na América Latina, a história do Iphan se confunde com a formação cultural do Brasil. Em oito décadas de atividade, o Instituto, que nasceu como Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) dentro do Ministério da Educação e Saúde Pública, tem trabalhado arduamente em parceria com a União, os Estados, os Municípios, a comunidade e o setor privado, buscando apoio e investimento na ampliação de uma rede de proteção e valorização do patrimônio.

Ao longo de sua trajetória, a política nacional de patrimônio foi expandida e se relaciona hoje com diversos campos como gestão urbana, gestão ambiental, direitos humanos e culturais – atuando desde o poder de polícia até a educação –, formação profissional e pesquisa, e crescente envolvimento internacional.  O maior envolvimento do Iphan ressignificou sua existência e ganhou maior capilaridade, estando o Instituto presente em 27 Superintendências Estaduais, 26 Escritórios Técnicos, dois Parques Nacionais e cinco Unidades Especiais. 

Reconhecimento do patrimônio

Nesses 80 anos de atividade foram protegidos 87 conjuntos urbanos (o que implica em cerca de 80 mil bens em áreas tombadas e 531 mil imóveis em áreas de entorno já delimitadas) e três estão sob o tombamento provisório. Nessas áreas, o Instituto atua e investe recursos, tanto direta – na forma de obras de qualificação – quanto indiretamente – por meio de parcerias com outras instituições municipais e estaduais –, além do PAC Cidades Históricas e dos Planos de Mobilidade e Acessibilidade Urbana. 

Além disso, o Iphan tem sob sua proteção 40 bens imateriais registrados, 1.262 bens materiais tombados, oito terreiros de matrizes africanas, 24 mil sítios arqueológicos cadastrados, mais de um milhão de objetos arrolados (incluindo o acervo museológico), cerca de 250 mil volumes bibliográficos e vasta documentação de arquivo.

Com o passar do tempo houve um alargamento do sentido sobre o que é o Patrimônio – na mesma direção do ocorrido com a política cultural como um todo –, o que possibilitou que a proteção do Estado se estendesse desde um sítio urbano complexo e dinâmico como o Plano Piloto de Brasília (DF), até à pequena casa de madeira povoada de objetos de uso cotidiano do seringueiro Chico Mendes, em Xapuri (AC), bem como da salvaguarda dos modos de fazer tradicionais relacionados ao manejo de alimentos ou recursos naturais; de celebrações como o Círio de Nazaré ou a Festa do Bonfim; ou de expressões como o Frevo, a Roda de Capoeira e a Arte Kusiwa dos índios Wajãpi.

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quarta-feira, 16 de março de 2016

IPHAN abre inscrições para o Prêmio Rodrigo Melo

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) abriu inscrições até o dia 25 de abril de 2016 para o Prêmio Rodrigo Melo. Este ano (2016), 8 projetos serão premiados com o valor de R$ 30 mil. As categorias são iniciativas de excelência em técnicas de preservação e salvaguarda do Patrimônio Cultural; e iniciativas de excelência em promoção e gestão compartilhada do Patrimônio Cultural.

FONTE ORIGINAL: PORTAL IPHAN
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http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/images/Banners/Banners_Menu/banner_premio_rodrigo.jpg
Promovido pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1987, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade prestigia, em caráter nacional, as ações de preservação do patrimônio cultural brasileiro que, em razão da originalidade, vulto ou caráter exemplar, mereçam registro, divulgação e reconhecimento público.
Oferecida anualmente a empresas, instituições e pessoas de todo o Brasil, a premiação tem destacado, ao longo dos anos, a diversidade e a riqueza do Patrimônio Material e Imaterial Brasileiro, nas manifestações culturais, nas antigas e modernas curvas da arquitetura nacional, ou em grandiosas paisagens arqueológicas e naturais. Junto a todas elas, muito além da atuação do poder público, está o olhar zeloso de inúmeros parceiros – comunidades, organizações da sociedade civil e empresas – que se mobilizam para a preservação da cultura local. 
O prêmio foi assim denominado em homenagem ao fundador do Iphan, para destacar as iniciativas que compartilham dos mesmos ideais. O advogado, jornalista e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade nasceu em 1898, em Belo Horizonte. Redator-chefe e diretor da Revista do Brasil, ele iniciou a vida política como chefe de gabinete de Francisco Campos, atuando na equipe que integrou o Ministério da Educação e Saúde do governo Getúlio Vargas. Entre 1934 e 1945, período em que Gustavo Capanema era ministro da Educação, Rodrigo integrou o grupo formado por intelectuais e artistas herdeiros dos ideais da Semana de 1922, quando se tornou o maior responsável pela consolidação jurídica do tema Patrimônio Cultural no Brasil. Em 1937 fundou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, atual Iphan, o qual presidiu por 30 anos.

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